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NOVO! Mercados - Europa


Elaborado por Jorge Barros Luís.
Economista-chefe do Banco Banif.


04/10/2000

Nos mercados de acções, o índice Nasdaq voltou a registar uma variação negativa na semana terminada em 2 de Outubro (-4.6%), ampliando a queda no último mês para cerca 15.8%. Os mercados europeus recuperaram neste período, com variações dos principais índices até 2.5%, destacando-se os sectores financeiro, petrolífero, farmacêutico e de telecomunicações.

O actual momento do mercado está a ser condicionado pelas perspectivas de menores resultados por parte de diversas empresas, em particular no sector informático, devido ao abrandamento da procura e ao impacto da depreciação do euro sobre as receitas no mercado europeu.

A evolução desfavorável dos principais índices norte-americanos está a reduzir as expectativas de ganhos até ao final do ano. Note-se, porém, que os preços nos mercados de opções não evidenciaram na última semana receios acrescidos de quedas pronunciadas dos índices naquele horizonte (figura 3).

Este facto sugere que a recente correcção do mercado accionista, em face de um contexto macroeconómico menos favorável, afigura-se excessiva. Se, por um lado, subsiste alguma incerteza relativamente à evolução do principal factor de risco para a economia mundial – o preço do petróleo – por outro lado existem sinais positivos, tanto da economia japonesa como da americana, que contrariam a ideia de um forte abrandamento da economia mundial em 2001, que parece começar a ser incorporada nos preços de alguns activos.

No mercado de obrigações, o cenário de abrandamento económico na zona Euro motivou uma descida dos yields nos prazos mais curtos, tendo o declive entre os prazos de 10 e de 2 anos aumentado de aproximadamente 20 para 24 pb. (figura 4). Em paralelo, na sequência da subida dos yields de longo prazo da dívida alemã, após o anúncio de maiores emissões nesses prazos, os spreads de Espanha, Itália e Portugal face à Alemanha reduziram-se em cerca de 2 pb, para respectivamente 29, 36 e 36.5 pb.. Nos EUA, o declive da curva voltou a aumentar, pela subida nos prazos mais longos (figura 5).

No mercado cambial, o euro manteve-se a flutuar em torno de 0.88 face ao dólar, não reagindo negativamente à vitória do "não" no referendo efectuado na Dinamarca sobre a adopção da moeda única europeia.

Esta decisão poderá suscitar algumas interrogações sobre o futuro da política cambial dinamarquesa. De facto, o resultado do referendo pode ser visto como a expressão de um eventual interesse em afrouxar a actual ligação entre o euro e a coroa, decorrente do MTC-SME II, aumentando o grau de independência do Banco Central da Dinamarca face ao BCE na condução da sua política monetária.

O resultado do referendo teve como impacto imediato a subida em 50pb da taxa de desconto, alargando o diferencial face às taxas de juro do euro, por forma a enfrentar eventuais pressões sobre a coroa. Esta medida poderá igualmente alargar o gap de crescimento entre a zona Euro e a Dinamarca, que poderá registar já este ano a taxa de crescimento mais baixa dos países da UE (com 2.1%).

Por outro lado, as cotações de opções sobre a taxa de câmbio EUR/DKK apontam para um aumento da dimensão mínima de uma banda cambial perfeitamente credível, a qual se situa já relativamente próxima da dimensão da banda cambial existente (respectivamente 2% e 2.25%), conforme ilustrado na figura 6. Tal sugere a possibilidade do mercado vir a questionar, a médio prazo, a banda cambial actualmente existente.

Perspectivas

A divulgação de indicadores sobre os níveis de preços e de actividade económica na zona Euro, a ocorrer na próxima semana, poderá contribuir para reforçar o cenário de abrandamento temporário e as expectativas sobre novas subidas das taxas directoras do BCE até ao final do primeiro semestre de 2001.

A manutenção do preço do crude em níveis mais baixos poderá igualmente contribuir para a atenuação das expectativas de inflação implícitas nos preços das obrigações, que nos últimos dias aumentaram em cerca de 10 pb no mercado francês (figura 7).

Recomenda-se assim uma posição longa sobre a redução do spread entre OAT e OATi com vencimento em 2029.

No que respeita à política monetária nos EUA, deverão continuar a surgir sinais que apontem para a manutenção do actual nível das taxas directoras da Reserva Federal no médio prazo. Atendendo a que os contratos de futuros sobre a taxa dos Fed Funds têm vindo a reflectir expectativas de cortes de taxas no primeiro semestre de 2001 (figura 8), perspectiva que se apresenta prematura, mantém-se a recomendação de venda destes contratos.

Recomenda-se ainda a cobertura de risco de câmbio face ao dólar, tendo em conta as perspectivas favoráveis de evolução da moeda europeia, reflectidas nas cotações dos mercados de derivados.

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